O planejamento de continuidade de negócios para uma empresa típica foca em restaurar serviços de TI dentro de uma janela aceitável. Operadores de infraestrutura crítica—concessionárias, portos, redes de transporte e centros logísticos—enfrentam um problema mais difícil: uma interrupção não apenas incomoda usuários internos, pode paralisar operações físicas com consequências de segurança pública e regulatórias que vão muito além do balanço financeiro.
Continuidade além do data center
O planejamento de continuidade eficaz para infraestrutura crítica deve considerar sistemas OT que não podem simplesmente fazer failover para uma região de nuvem, redundância física para salas de controle e centros de despacho, e procedimentos de fallback manual que mantêm serviços essenciais funcionando quando sistemas digitais estão totalmente indisponíveis.
A coordenação entre organizações importa mais aqui do que em empresas típicas: planos de continuidade devem ser exercitados em conjunto com parceiros de concessionárias, reguladores e serviços de emergência.
A JIG trabalha com operadores de infraestrutura para construir programas de continuidade que protegem tanto operações digitais quanto os serviços físicos dos quais as comunidades dependem.
